segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Hoje nosso Top Six é sobre ele Caio Fernando Abreu ( 12.set.1948 à 25.fev.1996), que foi um jornalista, dramaturgo e escritor brasileiro. Apontado como um dos expoentes de sua geração, a obra de Caio Fernando Abreu, escrita num estilo econômico e bem pessoal, fala de sexo, de medo, de morte e, principalmente, de angustiante solidão. Apresenta uma visão dramática do mundo moderno e é considerado um "fotógrafo da fragmentação contemporânea". Seu primeiro romance, Limite branco, de 1970, já possui as marcas que iriam acompanhar sua trajetória literária: a angústia diante do devir e a morte como certeza no final da jornada. Segundo sua perspectiva literária, a vida deve ser buscada continuamente.
Algumas de suas obras foram: Pra sempre teu, Caio F. / Pequenas Epifanias / Estranhos Estrangeiros / Os dragões não conhecem o paraíso / Triângulo das águas. Entre outros.
Já faz 15 anos que esse grande escritor se foi, mas, ele ainda está vivo nas redes sociais, são páginas e mais páginas em facebook, twitter, blogs e outros, que espalham trechos das obras dele e os jovens/adultos (eu particularmente) amo demais cada coisa que ele escreveu.
Por isso resolvi separar 6 frases/textos que gosto.
01- O silêncio responde até mesmo aquilo que não foi perguntado.
02- Não se permita entristecer por nada nem ninguém.
03- Cuide, cultive, queira o bem ... O resto vem!
04- Dentro dela tem um coração bobo, que é sempre capaz de amar e de acreditar outra vez.
05- Tem coisas da gente que não são defeito nem erro: são só jeito da gente ser.
06- Tô me afastando de tudo que me atrasa, me engana, me segura e me retém. Tô me aproximando de tudo que me faz completo, me faz feliz e que me quer bem. Tô aproveitando tudo de bom que essa nossa vida tem. Tô me dedicando de verdade pra agradar um outro alguém. Tô trazendo pra perto de mim quem eu gosto e quem gosta de mim também. Ultimamente eu só tô querendo ver o ‘bom’ que todo mundo tem. Relaxa, respira, se irritar é bom pra quem? Supera, suporta, entenda: isento de problemas eu não conheço ninguém. Queira viver, viver melhor, viver sorrindo e até os cem. Tô feliz, tô despreocupado, com a vida eu tô de bem.
Quer ir na página oficial do Caio Fernando? é só clicar aqui >> caiofernandoabreu. Beijos Beijos *-*
Valéria Piassa Polizzi era uma jovem como todas as outras. Aos 16 anos de idade, namorava um rapaz bem mais velho, de 25 anos. Namoro conturbado, ciumento, violento. E quente. Desinformada sobre os perigos das doenças sexualmente transmissíveis, aceitou quando o namorado quis transar sem camisinha, afinal, "ela não era puta" e só com puta é que era preciso usar preservativo. Dois anos depois do fim desse namoro, Valéria descobriu que era portadora do vírus da AIDS.
A autora ainda relata seu sofrimento e o dos pais quando tiveram os resultados dos exames, o medo de encarar as pessoas e todo o tempo que passou sem contar ao restante da família e aos amigos que tinha a doença.
Conviveu durante uns dois anos com os amigos sem lhes contar nada, morrendo de medo de que alguém descobrisse tudo, de que tivessem contato com seu sangue e também contraíssem a doença, com medo de ter um namoro mais sério. Ela termina o Ensino Médio, começa uma faculdade mas acaba desistindo do curso.
Após isso, Valéria viajou para os Estados Unidos para fazer um curso de teatro, aprendeu a viver sozinha, fez novos amigos mas continuava com medo de contar para os outros que tinha HIV. Ela começou a ter alguns problemas de saúde, e ao procurar um médico, descobriu que existiam novos tratamentos e que a AIDS poderia ser controlada com medicação. No início, ela resistiu ao tratamento, pois estava esperando apenas sua morte chegar. Mas graças ao médico americano, que lhe incentivava, colocando-a em contato com outras pessoas que possuíam a doença e viviam normalmente, ela resolveu utilizar os remédios.
Ao voltar ao Brasil, sua saúde piorou, ela passou alguns dias internada no hospital e só nesse momento conseguiu contar para os amigos e familiares que tinha AIDS. Recebeu o apoio de todos e percebeu que poderia e deveria levar adiante sua vida, sem o medo de morrer a qualquer momento, como ela tinha antes.
A autora ainda relata seu sofrimento e o dos pais quando tiveram os resultados dos exames, o medo de encarar as pessoas e todo o tempo que passou sem contar ao restante da família e aos amigos que tinha a doença.
Conviveu durante uns dois anos com os amigos sem lhes contar nada, morrendo de medo de que alguém descobrisse tudo, de que tivessem contato com seu sangue e também contraíssem a doença, com medo de ter um namoro mais sério. Ela termina o Ensino Médio, começa uma faculdade mas acaba desistindo do curso.
Após isso, Valéria viajou para os Estados Unidos para fazer um curso de teatro, aprendeu a viver sozinha, fez novos amigos mas continuava com medo de contar para os outros que tinha HIV. Ela começou a ter alguns problemas de saúde, e ao procurar um médico, descobriu que existiam novos tratamentos e que a AIDS poderia ser controlada com medicação. No início, ela resistiu ao tratamento, pois estava esperando apenas sua morte chegar. Mas graças ao médico americano, que lhe incentivava, colocando-a em contato com outras pessoas que possuíam a doença e viviam normalmente, ela resolveu utilizar os remédios.
Ao voltar ao Brasil, sua saúde piorou, ela passou alguns dias internada no hospital e só nesse momento conseguiu contar para os amigos e familiares que tinha AIDS. Recebeu o apoio de todos e percebeu que poderia e deveria levar adiante sua vida, sem o medo de morrer a qualquer momento, como ela tinha antes.
obs: eu li, adorei e recomendo.
O filme de hoje é 500 days of summer ou 500 dias com ela, é um filme estadunidense de drama/comédia romântica de 2009. Foi escrito por Scott Neustadter e Michael H. Weber, dirigido por Marc Webb, produzido por Mark Waters e estrelando Joseph Gordon-Levitt e Zooey Deschanel.
Tom acreditava que só seria feliz quando encontrasse o amor, mas, Summer já não pensava assim. O interessante é que isso acontece muito hoje em dia. Assisti ao filme e adorei *-* quem não viu vale a pena dar uma corrida na locadora ou até mesmo nos sites de filmes e dar uma olhadinha.


As vezes tento imaginar de onde vem tanta inspiração, são ritmos variados, alguns nos fazem querer dançar até não dar mais e outras já nos fazem viajar no tempo e algumas nos fazem até rir, só sei que eu amo música e todas as sensações que ela me causa e pensando nisso resolvi fazer uma play romântica, fofinha e ounwt kk, seguinto o ritmo do post a baixo (Vida a dois), vou selecionar as músicas com clipes bem love ok? então vamos lá.
You are the only exception (...)
Taylor Swift - You belong with me
Bruno Mars - Just the way you are
Demi Lovato - Give your heart a break
Calvin Harris feat Ellie Goulding - I need your love
Justin Timberlake - Mirrors
Boy like girls - Two is better than one
Colbie Caillat - I never Told you
Colbie Caillat - I do
Ne-yo - Let me love you
Ne-yo - Mad
Chris Brown - With you
Chris Brown feat Justin Bieber - Next to you
Paramore - The only exception
Uma outra pessoa, um outro modo de vida, outras vontades, pensamentos e manias. E tudo tem inicio na primeira troca de olhares, logo depois aquele ventinho na barriga e ai você mergulha em um mundo totalmente novo para você. Foi assim comigo e é assim com milhares de outras pessoas. Nos primeiros meses é algo gostoso de se sentir, o parceiro quer sempre estar com você e são vários sms com coisas fofas, músicas ou apenas um ''estou com saudades'' ou ''quero te ver logo'', são presentes e agrados, carinhos e aquele momento em que se desgrudar um do outro é a última coisa que passa por sua cabeça, é bem assim nos primeiros meses que você começa a aprender sobre a pessoa que escolheu para estar ao seu lado, começa a observar os pequenos detalhes e até mesmo a maneira que fala, é no inicio que você conhece os amigos do outro e passa a se adaptar mais com eles, é sempre aquela rotina gostosa de café na cama e beijos roubados. É sempre o inicio.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Quisera eu ter tido mais sonhos, ter abraçado mais meus amigos, ter ouvido mais meus avôs. Quisera eu ter tomado mais banho de chuva, ter seguido meus próprios instintos, ter tido minha própria voz, a voz, essa que grita dentro de mim com sua ânsia de ser entendida, de ser ouvida, a voz com que faz meu interior ser uma verdadeira confusão de palavras, palavras que pedem parar ser escritas, que trazem um peso, que trazem as lembranças de um passado que podia ter sido diferente, podia, se eu não fosse tão impulsiva, se eu não fosse tão influenciável, e hoje estou aqui ouvindo o grito silencioso das minhas palavras perdidas a procura de um papel qualquer para solta-las e isso me faz pensar no porque não as libertei antes, no porque hoje sou alguém cheia de coisas para contar mais não tem ninguém para ouvir, antes até tinha mas as palavras não queriam sair, elas encontraram um abrigo dentro de mim. Quisera eu mudar o passado e ao invés de tentar me livrar delas eu deveria ter feito com que as pessoas me lessem, que vissem em mim esse mundo no qual até hoje me perco e cresço. Quisera eu.

ooi gente, bom comecei o blog meio assim como algo pessoal meu para que eu pudesse postar o que eu quiser, como eu quiser, de acordo com meu humor e gosto e bá rs, essa semana não postei muito e vou organizar as coisas que postarei aqui para ficar com um acesso mais fácil, então na segunda dia 11 de novembro vou começar com postagens novas, algumas continuaram fixas como playlist e talz. E vi que para um blog que começou agora eu já tive muitos acessos e quero agradecer e voltem sempre rs, bom é isso amores. Beijos
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